Testemunhos – Om Chanting Hoje dia 10/ 7 pelas 20:30

Testemunhos

O meu nome é Stefan e estou detido no Centro Prisional de Colónia. Quando ouvi falar de OM Healing, pensei simplesmente: “ Não quero saber, o importante é não estar na cela”. A princípio não sabia o que fazer com isto, mas agora passados cinco meses em que participo nisto, noto claras mudanças. Dum modo geral tornei-me mais calmo e finalmente consigo descansar à noite. Não conseguia descansar por causa da minha mente barulhenta. Hoje em dia faço os meus exercícios de respiração e passados dez minutos estou a dormir. Recomendo o OM Healing e Simple Meditation a todos aqueles que são muito stressados se quiserem desenvolver uma nova energia.
Stefan , Centro Prisional de Colónia

Desde há 18 meses que venho praticando OM Healing, duas horas por semana, no Centro Prisional de Colónia. No princípio não sentia nada, se calhar devido ao meu cepticismo em acreditar em algo que não pudesse ver. Mas passados alguns meses começou a aparecer-me um rosto cada vez com mais frequência. Como uma máscara azul clara sob um fundo preto. Aos poucos esta máscara foi-se tornando nitidamente numa cara em 3D. Quanto mais me entregava ao OM Healing, mais reconhecível esta cara se tornava. Ela simplesmente olhava para mim. Entretanto aparece-me menos, mas acredito que apareceu para eu me entregar no OM Healing. Após esta experiência eu acredito mais em coisas, tais como, forças auto-reguladoras. Por causa disso sou cada vez mais capaz de curar algumas doenças. Tornei-me mais calmo. O esgotamento iminente que tratava com remédios é uma coisa do passado, medicamentos incluídos. Tenho uma inteiramente nova, e muito melhor atitude e qualidade de vida. A minha auto-estima está mais forte e tornei-me uma nova pessoa. A minha atitude com pessoas de quem não gostava antes também mudou completamente. Ligo isto ao OM Healing e à Simple Meditation que passei a praticar entretanto. Pela primeira vez sou capaz de dizer que me amo e já não sei o que é hostilidade em relação aos outros.
Michael Marx, Centro Prisional de Colónia

 

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